Gosta de produtos de luxo? Saiba 5 dicas para importar produtos

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Pessoas físicas também podem comprar artigos de luxo do exterior | Foto: Pixabay

É inegável, a Barra da Tijuca é um dos bairros mais luxuosos do Rio de Janeiro. Além de abrigar diversos shoppings inspirados nos interesses do público classe AAA, a região é a sede de diversas marcas internacionais que vendem produtos importados por aqui.

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Michelle Fernandes no trabalho | Foto: Divulgação

Estas empresas lançam mão da consultoria de empresas especializadas no comércio exterior importar produtos, artigos luxo ou materiais de alto valor agregado.

Mas, não é preciso ser uma marca pra fazer pedidos internacionais, pessoas físicas também podem encontrar no exterior os desejados itens que tanto precisam.

–  Na Barra da Tijuca é muito comum atender pedidos para pessoas físicas. Clientes que além dos carros esportivos e motos, costumam solicitar cotações de barcos e até avião. Já para as Pessoas Jurídicas (empresas) trazemos uma variedade muito grande de mercadorias.  Nossos serviços vão desde roupas, peças para carros, material de limpeza, entre outros produtos – explica Michelle Fernandes, especialista em comércio exterior, moradora do bairro e diretora de uma empresa do setor.

A pedido do Barradatijuca.com.br Michelle destacou cinco cuidados necessários para realizar qualquer pedido de importação seja você uma pessoa física ou jurídica. Confira!

1 – Idoneidade – Verifique a  idoneidade do fabricante no exterior (exportador). Esse procedimento deve ser exigido às consultorias, afinal você pode comprar um produto em uma empresa de fachada ou com documentos irregulares. Aliás, é preciso que os técnicos da empresa contratada façam uma visita técnica e chequem itens como documentação da marca importadora, os certificados que ela possui, capacidade de produção, as condições da fábrica em cumprir com o pedido, número de funcionários que trabalham por lá, se há certificação internacional e qual programa de qualidade está em uso.

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Processo de importação é burocrático | Foto: Divulgação

2 – Órgãos anuentes – Cumprir com as exigências das instituições nacionais ainda é um processo burocrático. Por isso é importante manter o olho vivo e conferir junto com a empresa de comercio exterior quais são os principais órgãos a serem respeitados. O Decex, por exemplo, analisa o pedido de compra e o LI significa Licença de Importação. Caso você deseja comprar um veículo importado, o IBAMA é o responsável pela regularização ambiental do carro. Outros órgãos são: ANCINE, ANEEL, ANP, ANVISA, CNEN, DECEX, COTAC, DFP, DPF, ECT, IBAMA, IBAM, INMETRO, MAPA e MCT.

3 – Legislação brasileira – Apesar de o mundo ter se globalizado ainda existem muitas divergências entre os produtos e mercadorias do exterior com as leis nacionais. Por conta disso é preciso acompanhar se a empresa especializada no assunto trabalha corretamente para adequar a mercadoria as normas brasileiras. Este processo de nacionalização é fundamental para que você possa utilizar o que comprou sem infringir as regras locais.

4 –  Pirataria  – Um dos pontos mais importantes do processo é verificar se o importador não tem problemas relativos à pirataria. É necessário verificar se a marca da mercadoria desejada já possui registro no Brasil junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual). Esse registro pode ser consultado pela internet no site do instituto.

5 – Competitividade – Quando falamos em importação de produtos vale a pena apostar em produtos competitivos ou novos no mercado. Os países asiáticos, por exemplo, possuem grandes parques tecnológicos e investem pesado em inovação. Há ainda uma grande preocupação com o meio ambiente e o desenvolvimento de produtos sustentáveis. Atualmente é possível, por exemplo, adquirir diversos produtos que utilizam a energia solar para funcionar.

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