BAX, O projeto que retrata a liberdade sonora

Em 2012, o projeto BAX chega ao cenário da música brasileira para apresentar o verdadeiro significado da expressão “liberdade sonora”. Idealizado por Léo Roriz, em parceira com o baterista e compositor Jay L. Black, BAX pretende misturar os principais elementos do sambarock, pop e eletro em uma única batida.

O projeto é resultado da experiência musical e da inquietude de Léo Roriz. Músico e compositor com 15 anos de carreira, Léo tocou em dezenas de casas noturnas cariocas e depois de experimentar uma vasta gama de estilos e formatos musicais, resolveu que era hora de ousar e buscar novos desafios. A parceria com o baterista e compositor Jay L. Black veio enriquecer o BAX com a cadência e a leveza do samba, somado a experiência de mais de mais de uma década no pop.

Sem medo de ser pretensioso, BAX chega para ser o próprio retrato da liberdade sonora e balançar as estruturas do cenário musical.

Single

“Pipa” é o carro-chefe do projeto BAX. O single mistura a familiaridade do pop com a cadência do samba e algumas batidas eletrônicas para surpreender o público.

“O single fala de um relacionamento pontuado pelo excesso de controle do parceiro e remete a brincadeira de soltar pipa. Coisa que adorava fazer! Você fica ali, achando que controla a pipa, até que um vento muito forte ou uma pipa adversária e te corta e leva sua pipa embora, te tira o controle. A pipa, enfim, voa livre sem destino certo. Essa é a grande metáfora com os relacionamentos em geral”, revela Léo.

Ficha técnica:
Léo Roriz – Voz, violão, mixagem. Responsável pela identidade musical do projeto BAX.

Jay L. – Bateria, percussão .Responsável pelo swing e o estilo do projeto

Léo Roriz
Idealizador do projeto BAX, Léo Roriz traz a música no sangue e na voz. Classificada como tenor, a potência vocal do Léo somada à irreverência fez dele um vocalista nato.

Passou a infância escutando o pai cantar clássicos do Noel Rosa, Adoniram Barbosa e Cartola .Vigiava o irmão tocando violão e, sempre que podia, corria para o instrumento e ficava escondido repetindo os movimentos antes feitos. E assim aprendeu os primeiros acordes.

Uma vez inserido no mundo da música, Léo trilhou o próprio caminho voltado para misturas modernas e batidas mais marcantes, como o electro. Tocou em várias casas noturnas como Nó de Corda, Hard Rock Café, Taj Lounge, entre outras, com bandas de pop, rock e samba, tendo a banda Olhos Noturnos como seu projeto mais relevante.

Jay L. Black
Jay L. Black deu seus primeiros passos no mundo da música na companhia de Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Zeca Pagodinho e outros bambas no fim dos anos 80, na conhecida roda de samba do Águia Futebol Clube.

Nascido e criado no Morro do Vidigal, Zona Sul do Rio de Janeiro, Jay L. Black foi ator da ONG Nós do Morro e afilhado musical de ninguém menos que Alfredo Bessa – baterista reconhecido internacionalmente. Foi na bateria de Bessa que ele aprendeu as primeiras batidas e não parou mais.

Profissionalmente, a banda Papel de Seda foi o primeiro projeto pop rock do Jay L. Black. Depois disso, passeou pelo axé com o grupo Ki-Prazer, famoso pelo hit “Cabeção da Tartaruga” e fez diversos trabalhos ligados ao samba e ao pop. Tocou em trios elétricos nos carnavais do Rio e da Bahia, fez show no Citibank Hall, Scala, ClubMed e outros. Por fim, se uniu ao grupo Melanina Carioca, que é formado por ex componentes da ONG Nós do Morro.

Contato para shows e outras informações:

Léo Roriz
(021) 7865-5597
FB: Facebook/LeoRoriz
E-mail: leonardo_r33@yahoo.com.br